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Responsabilidade Social - Principais Causas de Mortalidade no Mundo

PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTALIDADE NO MUNDO

PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTALIDADE NO MUNDO, POR FAIXA ETÁRIA - 2004 - Fonte: OMS

Runk 0 - 4 anos 5- 14 anos 15 - 29 anos 30 - 44 anos 45 - 69 anos 70 + anos Total
1 Causas perinatais Infecções respiratórias baixas Ferimentos por acidente de trânsito HIV/AIDS Isquemia cardíaca Isquemia cardíaca Isquemia cardíaca
2 Infecções respiratórias baixas Ferimentos por acidente de trânsito HIV/AIDS Tuberculose Doença cerebro-vascular Doença cerebro-vascular Doença cerebro-vascular
3 Doenças Diarréicas Malária Tuberculose Ferimentos por acidente de trânsito HIV/AIDS Doença pulmonar obstrutiva crônica Infecções respiratórias baixas
4 Malária Afogamento Violência Isquemia cardíaca Tuberculose Infecções respiratórias baixas Causas perinatais
5 Sarampo Meningite Ferimentos auto-infligidos Ferimentos auto-infligidos Doença pulmonar obstrutiva crônica Câncer de pulmão,
brônquios, traquéia
Doença pulmonar obstrutiva crônica
6 Anomalias congênitas Doenças Diarréicas Infecções respiratórias baixas Violência Câncer de pulmão,
brônquios, traquéia
Doenças Diarréicas Doenças Diarréicas
7 HIV/AIDS HIV/AIDS Afogamento Infecções respiratórias baixas Cirrose
hepática
Doença cardíaca hipertensiva HIV/AIDS
8 Coqueluche Tuberculose Incêndio Doença cerebrovascular Ferimentos por acidente de trânsito Câncer de estômago Tuberculose
9 Meningite Desnutrição protéico-energética Guerra e combate Cirrose
hepática
Infecções respiratórias baixas Câncer de cólon e reto Câncer de pulmão,
brônquios, traquéia
10 Tétano Incêndio Hemorragia materna Envenena-
mento
Diabetes melito Nefrite e nefrose Ferimentos por acidente de trânsito
11 Desnutrição protéico-energética Sarampo Isquemia cardíaca Hemorragia materna Ferimentos auto-infligidos Nefrite e nefrose Diabetes melito
12 Sífilis Leucemia Envenenamento Incêndio Câncer de estômago Tuberculose Malária
13 Afogamento Anomalias congênitas Aborto Nefrite e nefrose Câncer de fígado Câncer de fígado Doença cardíaca hipertensiva
14 Ferimentos por acidente de trânsito Tripanossomíase Leucemia Afogamento Câncer de mama Câncer de esôfago Ferimentos auto-infligidos
15 Incêndio Quedas Doença cerebrovascular Câncer de mama Doença cardíaca hipertensiva Cirrose
hepática
Câncer de estômago
16 Tuberculose Epilepsia Doenças Diarréicas Guerra e combate Nefrite e nefrose Doenças cardíacas inflamatórias Cirrose
hepática
17 Doenças endócrinas Leishmaniose Quedas Quedas Câncer de esôfago Câncer de mama Nefrite e nefrose
18 Infecção respiratória superior Violência Meningite Doenças Diarréicas Câncer de cólon e reto Câncer de próstata Câncer de cólon e reto
19 Anemia por deficiência de ferro Guerra e combate Nefrite e nefrose Câncer de fígado Envenenamento Quedas Câncer de fígado
20 Epilepsia Envenenamento Malária Câncer de pulmão,
brônquios, traquéia
Câncer de boca e orofaringe Ferimentos por acidente de trânsito Violência

 

Decisão da ONU (Organização das Nações Unidas)
Diante desse quadro, a ONU estabeleceu, durante sua Assembléia Geral em 2 de março de 2010, que 2011 a 2020 será a Década de Ações para a Segurança Viária, com a meta de estabilizar e reduzir acidentes de trânsito em todo o mundo.
Na resolução adotada, os 192 países membros da ONU solicitam à OMS (Organização Mundial da Saúde), em cooperação com outros parceiros, a elaboração de um plano diretor para guiar as ações nessa área durante os próximos dez anos. E, ainda, que cada um desses países estabeleça suas metas nacionais para a redução de acidentes até o final do período correspondente à Década.

Recomendações da ONU aos países, para a Década de Ações para a Segurança Viária

  1. Encorajar a implementação das recomendações do Relatório Mundial da OMS sobre Prevenção a Ferimentos no Trânsito.
  2. Reforçar a liderança governamental em assuntos de segurança viária, e, ao mesmo tempo, reforçar o trabalho de agências e mecanismos de coordenação de maneira nacional e regional.
  3. Estabelecer metas de redução de acidentes ambiciosas e factíveis, relacionadas a um plano de investimentos para a causa, e mobilizar recursos para a implementação das iniciativas necessárias para o alcance das metas.
  4. Desenvolver e implementar políticas e soluções de infraestrutura visando a proteger todos os usuários das vias, especialmente os mais vulneráveis.
  5. Dar início ao desenvolvimento de meios de transporte mais seguros e sustentáveis, e também encorajar o uso de formas alternativas de transporte.
  6. Praticar a harmonia entre as boas práticas de segurança viária e veicular.
  7. Reforçar a aplicação e a conscientização da legislação de trânsito existente, e, sempre que necessário, aprimorá-la, além de melhorar os sistemas de registro de motorista e veículo por meio dos padrões internacionais.
  8. Encorajar as organizações ao uso das melhores práticas do gerenciamento de frota.
  9. Encorajar ações de cooperação entre entidades da administração pública, organizações ligadas à ONU, setores públicos e privados, assim como a sociedade civil.
  10. Aprimorar a coleta de dados e a possibilidade de compará-los com informações de outros países, adotando a definição padronizada de que uma morte no trânsito pode se referir a uma pessoa morta imediatamente durante o acidente ou mesmo 30 dias depois, em consequência do acidente; também é preciso facilitar a cooperação internacional para desenvolver sistemas de dados harmônicos e confiáveis.
  11. Fortalecer os serviços hospitalares para atender ocorrências de trauma e necessidades de reabilitação, além da reintegração social, assim como o acesso aos serviços de saúde.

Como pode ser constatado das recomendações acima, este movimento está em perfeita sintonia com as recomendações da ONU para a Década de Ações para a Segurança Viária.